“Hora de Amor”
Vem.
Adormece encostada(o) a este braço
Mais débil do que o teu.
Entrega-te despida(o)
Nas mãos de um(a) homem(mulher) solitário(a)
Que a maldição não deixa
Que possa nem sequer lutar por ti.
Vem,
Sem que eu te chame, ou te prometa a vida.
E sente que ninguém,
No descampado deste mundo, tem
A alma mais guardada e protegida
(Miguel Torga)
Amo-te

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